terça-feira, 1 de abril de 2008

Corumbá City

"Daí que eu preciso dividir tudo o que eu vi e ouvi hoje com mais gente. Tdo não vai dar, pois foi muita informação pra uma cabeça loira, sabe como?
Começarei pelo embarque. Alguém já viu a mocinha/locutora do aeroporto chamar o last call umas...8 vezes? Pois isso aconteceu hoje. Corri feito uma louca logo cedo pra nao perder o vôo (eu estava dentro do horário), pra ficar 30 intermináveis minutos dentro de um ônibus que nos levaria até o "avião".
Ahhh o avião. Gente... dá pra chamar de avião um treco que comporta 40 pessoas sem acaissentos marcados? E a tampa da bandeijinha que fica no encosto da cadeira que não prendia? E o barulho que aquilo faz? Sabe também aquele besteirol que o comandante fala em português e repete em inglês sobre o vôo? Pois é, se você se irrita com isso eu te indico uma cia. aérea que pula tooooda essa parte, e também aquele teatrinho das aeromoças. Confesso que me senti insegura. Vai que o trem cai? Eu terei que ler as cartilhas???
Ahhh as aeromoças. Que meninas medonhas! Educadinhas, simpáticas, serviram um lanchinho bacana que não era barra de cereal, mas continuam medonhas. Ok, posso ser mais delicada e dizer que o uniforme e a beleza delas era simplista. Como disse meu companheiro de viagem, aeromoça é uma garçonete com primeiros-socorros. Eu concordo.
Ahhh meu *cof* famoso companheiro de viagem. Sabe... cheguei a conclusão de que sou uma boa ouvinte. O cara fala muito, o tempo todo, te interrompe sempre pra contar uma coisa dele, faz perguntas indiscretas (nada sobre a minha vida sexual mas sobre a de outros), faz questão de enfatizar que pegou geral antes de casar, e se ainda não estiver bom pra vocês, adiciona aí um cara que é enjoado demaaaaaaaais. Se o suco estiver gelado demais ele não toma, mas se estiver natural ele também não toma. Será que tomar no cu ele sabe?
Quando ia perguntar isso pra ele Matusalém me iluminou e disse: "abstrair é fundamental". E lá fui eu tentar abstrair das mais variadas formas: dormir no avião (mas a turbulência FORTE PRA CARALHO não ajudou muito), ler um livro, ler uma revista (eu comprei uma, ele comrpou outra e eu não conseguia ler a minha pois ele ficava comentando a revista dele), ficar olhando pela janela, jantar mais tarde... resumindo: nenhuma dessas tentativas deu certo.
O post tá ficando grande demais e cheio de palavrões. Amanhã eu termino a minha saga em Corumbá. Ainda tenho que contar sobre a recepção calorosa, o restaurante rodeado de gatos (não tô falando de homem bonito, pois aqui essa palavra não existe), e sobre o que mais irá acontecer amanhã...
Câmbio, desligo.

2 comentários:

Unknown disse...

putz...  q dia hein...

Thaís disse...

Dias assim fazem qualquer ateu repensar...
Não a existência de Deus, mas a do Diabo, com cerveja!!!