quarta-feira, 15 de setembro de 2010

flores de plástico não morrem...

...mas também não exalam nenhum aroma. Não foram 12, mas 24. Um exagero se pensarmos que ainda nem nos tocamos! Ok, fingimos dividir uma dança romântica no meio daquela festa barulhenta, mas só. Já as rosas, tiveram um significado muito maior do que podíamos imaginar. Mais do que um sorriso e bochechas vermelhas, seria a confirmação de um pedido meu?

Nem nos tocamos e já temos apelidos. Você não reclama do meu cigarro ou dos meus palavrões. Não te contei, mas você me chama do jeitinho que eu mais gosto. Não nos tocamos e já temos 14 fatos. Conversas intermináveis, riso frequente e sarcasmos também. Você quase sempre ganha, ou empata. Nunca conversei com alguém que imitasse tão bem o Fernando Guimarães. Você diz que eu sou sua versão feminina e eu acho graça. Não te contei, mas a cada dia passo a detestar menos seu sotaque, mas confesso que as vezes não consigo entender o que você fala pelo excesso de "xxx".
Ah! Ainda não te contei, mas o 15o. fato é que você já roubou a cena, o palco, e existe uma grande chance de ganhar meu coração.

pensamentos aleatórios

Me flagrei dizendo que "não se pode ter tudo" duas vezes no dia de hoje, mas pq nao podemos ter tudo? Pq nao podemos ter um bom emprego, bons amigos, um namorado que além de te amar é bonito e bom de cama? Pq a gente tem que se conformar tanto?
***

Estou vivendo um lance completamente hollywodiano. Só resta saber se é filme de terror, suspense ou uma deliciosa comédia romântica. O começo está surpreendemente bom!

domingo, 12 de setembro de 2010

About Him 100 (a.k.a The End)

Sonhei que levava minha mãe para conhecer meu local de trabalho. Nos cruzamos no corredor e você decide parar para cumprimentá-la. Me teletransporto para outro lugar. Retorno para o corredor e mantenho-me a uma certa distância de vocês, porém perto o suficiente para ouvi-lo dizer que encontrou uma namorada e que está feliz. Você faz questão de olhar pra mim quando termina essa frase, como se estivesse justificando o seu silêncio.
Não consigo me conter e te mando tomar no cu com as duas mãos. Saio correndo e me teletransporto novamente. O lugar é escuro, parecido com um cais. Estou sentada e choro, mas não por ter perdido você. Meu choro é de indignação e sobretudo de liberdade.
Adeus. Estou me libertando de você ao ter te mandando tomar no cu com as duas mãos.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Que culpa a gente tem de ser feliz?
Que culpa a gente tem, meu bem?

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Situações Infames

Dia 01 – 06:30hrs
Uma mulher volta para o hotel de beira de estrada trajando minissaia, completamente bêbada e na companhia de um homem. Dirige-se a sala do café da manhã e encontra algumas testemunhas de Jeová. De tão bêbada, não consegue parar de rir da situação.

Dia 02 – 09:00hrs
A mesma mulher volta para o mesmo hotel de beira de estrada trajando outra minissaia, alucinada, com pés que além de sujos de barro mostravam sangue e na companhia de 3 homens. Dirige-se a mesma sala do café da manhã e enquanto algumas testemunhas de Jeová olham para o grupo com discrição, outras preferem fingir que o quarteto nao existe.


Homem 1: O que eles devem estar pensando da gente?
Mulher: Olha, fica tranquilo. No máximo eles acham que vocês são almas que precisam de muita, muita oração. Já eu... sou caso perdido!