segunda-feira, 12 de março de 2012

domingo, 11 de março de 2012

LIFE IS ABOUT CREATING YOURSELF.
Nao sei relacionar-me de maneira rasa. Sou do tipo que compra briga e que se envolve a fundo na vida das pessoas que gosto. Sofro junto e passo um tempo considerável refletindo sobre a situação do outro, na tentativa de encontrar alguma solução. Isso faz parte da minha essência e demonstra generosidade, mas percebo agora que minhas questões devem ser priorizadas. Meus problemas podem ser menores ou coloridos perto dos seus, mas ainda são meus problemas, minhas questões.

Uma boa anfitriã recebe suas visitas com a casa arrumada.

sexta-feira, 9 de março de 2012

Saindo de uma loja, uma senhora perguntou se eu não queria ser testemunha de Jeová. Eu disse: "não posso... eu nem vi a briga!"

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Sorte autor desconhecido

Eu sou sortuda.
Depois de tentar me descrever por diversas (e inúteis) vezes, pude chegar a esta simples conclusão. Sortuda.
Claro, milhões de mulheres, assim como eu, também são sensíveis. Também vivem com a cabeça na lua, esquecem as chaves de casa, são caseiras, friorentas, chegadas num drama e apreciam as espontaneidades. Difícil é serem sortudas.
Então porque eu gastaria linhas descrevendo características tão comuns quando tenho um verdadeiro pé de coelho nas mãos?

Pois a sorte conhece meu endereço e bate à minha porta. Está aqui, presente do bingo ao trevo de quatro folhas.
E eu sei, eu sei que você dirá que sorte não existe, que o que existe são conquistas. Então chame de acaso, coincidência, fé, o que for.
Independente do nome, aqui tem de sobra.


E antes que você pergunte onde está meu bilhete premiado na Mega Sena, onde foi parar o carro que ganhei no último sorteio ou quanto dinheiro andei achando na rua, é bom avisar:


Sorte pra mim é ver o carrinho de picolé chegando. É compartilhar gargalhada na segunda. Acordar com vontade de fazer bolo e ver que tenho os ingredientes. É ganhar beijo roubado. É ir à locadora e conseguir “O mágico de Oz” por dez reais. É ter um pai que trabalhou na Lacta, depois na Kibon. E uma mãe que parece ter trabalhado no céu.
De onde eu venho, sorte é conseguir me formar na profissão que eu queria, e já empregada. É ver que a margarida que você me deu e eu plantei no jardim, pegou. Que as fotos de ontem ficaram bonitas. E que, o moço do meu lado, é muito, muito mais do que eu pedi a Deus.
Sorte pra mim é sol no sábado. É pijama até às 3. É reunir os melhores amigos com chapeuzinho de aniversário. É saber que amanhã é sexta. E que os problemas já podem ser substituídos.
Sorte é saber que eu sou forte, capaz e saudável. E saber que eu não sou um monte de coisas. Mas que posso ser.
É ter pra quem ligar quando eu quero rir. E ter alguém pra chamar quando eu quero colo.
É ter certezas. De que vai dar tempo. De que vai dar saudade. E de que eu sou determinada a ponto de quebrar a cara (e de não desistir com isso). É, acima de tudo, saber perceber que eu tenho sorte.


Sorte é ter um passado doce e o açucareiro nas mãos.

Everything - Alanis

I can be an asshole of the grandest kind
I can withhold like it's going out of style
I can be the moodiest baby and you've never met anyone
Who is as negative as I am sometimes
I am the wisest woman you've ever met
I am the kindest soul with whom you've connected
I have the bravest heart that you've ever seen
And you've never met anyone
Who is as positive as I am sometimes

You see everything
You see every part
You see all my light
And you love my dark
You dig everything
Of which I'm ashamed
There's not anything to which you can't relate
And you're still here

I blame everyone else not my own partaking
My passive aggressiveness can be devastating
I'm terrified and mistrusting
And you've never met anyone
Who is as closed down as I am sometimes
What I resist persists and speaks louder than I know
What I resist you love no matter how low or high I go

I'm the funniest woman that you've ever known
I am the dullest woman that you've ever known
I'm the most gorgeous woman that you've ever known
And you've never met anyone
Who is as everything as I am sometimes

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

say what you need to say

Ceder, ceder, ceder. Relacionamento é sinônimo de ceder. Não quero esquecer o que ouvi ontem, pois foi dito com amor e carinho. Não surgiu do nada, foi depois da calmaria, na hora certa. Ele definitivamente sabe lidar comigo.

E não é que eu sou cheinha de defeitos? E não é que a minha defesa é o ataque? E não é que eu adoro falar umas verdades, mas não sou tão boa em ouvi-las? E não é que eu me faço de forte, mas sou apenas uma menininha chorona?


Sem justificativas, só espero melhorar antes que eum de nós desista.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

fuck you very very much

Estou nessa profissão há algum tempo e uma das coisas mais frustrantes é ver todo meu empenho esvarir-se pelo ralo. Pior ainda é ver que meu ralo vai direto pro esgoto do concorrente que mais detesto. Não consigo mais acreditar naquela máxima “coisas melhores virão, uma porta se fecha mas outra logo se abrirá e blablabla”. Já tentei guardar só pra mim a oportunidade evitando ao máximo a influência de energia negativa, e também já tentei fazer todo mundo abraçar a mesma causa, nao dando a mínima para o famoso olho gordo. O resultado é indiferente.
As melhores oportunidades simplesmente parecem nao acontecer pra mim.

Sempre tenho a esperança de ao fechar um grande negócio voltar com mais gás e vontade de fechar mais negócios. Vendedor é movido a isso e nao tem jeito! Uma gerência que nao dá suporte depois da perda enfraquece e desempolga.

Venho tentando mudar o rumo da minha carreira profissional mas ainda nao tive grandes retornos. Isso me preocupa e faz com que me sinta ainda mais limitada profissionalmente. Ao mesmo tempo, sei da minha competencia e capacidade. Sou boa quando me dedico a fazer alguma coisa, mas tenho que querer fazer isso, caso contrário nao consigo me dedicar. É um ciclo, uma fórmula.



No esporte e nos negócios o mais importante é ganhar, aprender com a derrota é conversa pra boi dormir.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Essa nao é uma lista de prós e contras. Mal sei como começar ou terminar esse texto, só preciso organizar meus pensamentos. Nao farei questao de ser entendida. Pra variar, me darei ao luxo de escrever o que e como quiser.
Ontem li uma frase de Caio F. de Abreu que não saiu da minha cabeça até agora:

"Ninguém te ama, ninguém te quer, ninguém te conhece, ninguém tem acesso à tua alma. Tuas neuras são só tuas, e parece que nada nem ninguém preenche esse vazio..."

Sim, já me senti sozinha a seu lado e sei que você nao tem a mínima ideia disso, ou do que faria se soubesse. Nao sei porque fico tentando sabotar isso, eu simplesmente vou e faço. Fico tentando testar o seu amor (e o meu) a todo custo.
Nao sou facil de agradar, e nao quero que voce desista. Todo dia eu tento fazer diferente, pode acreditar. Alias, como pedir pra que voce acredite, se mesmo sem motivo nenhum eu tenho a mesma dificuldade? Talvez eu consiga melhorar tudo isso se trabalhar minha auto-estima no consultorio, ou talvez voce consiga me explicar como consegue lidar tao bem com a sua.

Sinto que as vezes coloco tudo por um fio. O fato de voce dormir tanto me incomoda bastante. Descobrir apenas 1 coisa que voce nao gosta em mim foi o suficiente pra sentir-me muito triste. Nao quero decepciona-lo, nao posso decepciona-lo. E o estranho é que acabo fazendo isso all the fucking time, quando eu menos percebo.

Nao me sinto confortavel com o fato de voce morar junto do seu amigo. Falar com ele é como contar piadas em japones para um publico que fala alemao. Obviamente nao é só isso... nao sei como nao sentir ciume ou desconfiar de que ao sair da sua casa, vcs nao irao pra balada.
A culpa nao é tua nisso também.

Certa vez vc disse que eu nao devia deixar de sonhar ou de querer realizar meus sonhos, mas o que eu faço com aqueles que vc parece nao querer fazer parte? Nao sei ser leve. Quero que voce queira tudo já, na mesma ou se possivel numa intensidade maior que eu.

Eu sei, é tudo meu. Vc, o seu amor, o meu ciume, a minha insegurança... tudo isso é meu. Eu realmente nao devia perguntar o que nao quero saber, mas sou curiosa e insegura demais pra isso. Sim, eu fico triste com sua sinceridade, mas melhor que seja assim.

Sinto falta de como as coisas eram. Sinto falta de você e nao faz 1 hora que te deixei em casa.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

dream a little dream of me

Ao atravessar uma rua qualquer do Batel, encontrei o príncipe Harry (o ruivo feioso) e fumamos um cigarrinho. Depois disso demos uma volta de carro e num piscar de olhos estávamos em Londres, na casa do irmão dele - príncipe William, já casado com a bela Kate Middleton. Aquela casa que mais parecia uma fazenda eles poderiam esquecer os compromissos oficiais e serem livres. Kate fumava sem parar e era muito discreta e calada. De tão introspectiva me pareceu triste. Seu cabelo brilhava como nas fotos das revistas, e de fato era muito magra e alta. Seu marido não era tão bonito como eu imaginava, mas tinha uma boca cheia de dentes. Pensei em quanto tempo ele devia gastar escovando aquela boca todos os dias.

A rainha também estava lá e conversou comigo como fôssemos velhas amigas. Ela trajava roupas normais de avó, e na cabeça não usava um daqueles chapeus feios e formais. Entre tantas coisas ela me contou que antes de publicadas, qualquer foto da família real deveria passar pelo crivo dela e/ou de seus assessores. Isso era lei e na Inglaterra ninguém ousaria desrespeitar tal norma.
Harry bebeu, dançou, falou português como se tivesse nascido no Brasil e deixou um gostinho de que apesar de feio, seria muito legal te-lo sempre por perto.


Ops, its 7am. Time to wake up, doll.