quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Sweet Grandma
Não será a mesma coisa sem ela, assim como tudo ficaba diferente na sua presença. Que eu aprenda a ser generosa e amável como ela foi.
Continue olhando por mim, queridinha.
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
home sweet home
Pra nao lembrar tarde demais, decidi listar as coisas que gostaria de ter:
- luzinhas de natal não apenas no natal
- porta vermelha (essa ideia deixarei pra quando comprar meu Haras no Texas)
- um móvel amarelo
- espaço pra sapatos
- penteadeira (toda puta tem e MERECE)
- chuveiro decente
Por enquanto é só. Atualizarei com o tempo.
quarta-feira, 25 de abril de 2012
Aquela Velha Cançao - Marisa Monte
segunda-feira, 12 de março de 2012
domingo, 11 de março de 2012
Uma boa anfitriã recebe suas visitas com a casa arrumada.
sexta-feira, 9 de março de 2012
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Sorte autor desconhecido
Depois de tentar me descrever por diversas (e inúteis) vezes, pude chegar a esta simples conclusão. Sortuda.
Claro, milhões de mulheres, assim como eu, também são sensíveis. Também vivem com a cabeça na lua, esquecem as chaves de casa, são caseiras, friorentas, chegadas num drama e apreciam as espontaneidades. Difícil é serem sortudas.
Então porque eu gastaria linhas descrevendo características tão comuns quando tenho um verdadeiro pé de coelho nas mãos?
Pois a sorte conhece meu endereço e bate à minha porta. Está aqui, presente do bingo ao trevo de quatro folhas.
E eu sei, eu sei que você dirá que sorte não existe, que o que existe são conquistas. Então chame de acaso, coincidência, fé, o que for.
Independente do nome, aqui tem de sobra.
E antes que você pergunte onde está meu bilhete premiado na Mega Sena, onde foi parar o carro que ganhei no último sorteio ou quanto dinheiro andei achando na rua, é bom avisar:
Sorte pra mim é ver o carrinho de picolé chegando. É compartilhar gargalhada na segunda. Acordar com vontade de fazer bolo e ver que tenho os ingredientes. É ganhar beijo roubado. É ir à locadora e conseguir “O mágico de Oz” por dez reais. É ter um pai que trabalhou na Lacta, depois na Kibon. E uma mãe que parece ter trabalhado no céu.
De onde eu venho, sorte é conseguir me formar na profissão que eu queria, e já empregada. É ver que a margarida que você me deu e eu plantei no jardim, pegou. Que as fotos de ontem ficaram bonitas. E que, o moço do meu lado, é muito, muito mais do que eu pedi a Deus.
Sorte pra mim é sol no sábado. É pijama até às 3. É reunir os melhores amigos com chapeuzinho de aniversário. É saber que amanhã é sexta. E que os problemas já podem ser substituídos.
Sorte é saber que eu sou forte, capaz e saudável. E saber que eu não sou um monte de coisas. Mas que posso ser.
É ter pra quem ligar quando eu quero rir. E ter alguém pra chamar quando eu quero colo.
É ter certezas. De que vai dar tempo. De que vai dar saudade. E de que eu sou determinada a ponto de quebrar a cara (e de não desistir com isso). É, acima de tudo, saber perceber que eu tenho sorte.
Sorte é ter um passado doce e o açucareiro nas mãos.
Everything - Alanis
I can withhold like it's going out of style
I can be the moodiest baby and you've never met anyone
Who is as negative as I am sometimes
I am the wisest woman you've ever met
I am the kindest soul with whom you've connected
I have the bravest heart that you've ever seen
And you've never met anyone
Who is as positive as I am sometimes
You see everything
You see every part
You see all my light
And you love my dark
You dig everything
Of which I'm ashamed
There's not anything to which you can't relate
And you're still here
I blame everyone else not my own partaking
My passive aggressiveness can be devastating
I'm terrified and mistrusting
And you've never met anyone
Who is as closed down as I am sometimes
What I resist persists and speaks louder than I know
What I resist you love no matter how low or high I go
I'm the funniest woman that you've ever known
I am the dullest woman that you've ever known
I'm the most gorgeous woman that you've ever known
And you've never met anyone
Who is as everything as I am sometimes
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
say what you need to say
E não é que eu sou cheinha de defeitos? E não é que a minha defesa é o ataque? E não é que eu adoro falar umas verdades, mas não sou tão boa em ouvi-las? E não é que eu me faço de forte, mas sou apenas uma menininha chorona?
Sem justificativas, só espero melhorar antes que eum de nós desista.
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
fuck you very very much
Estou nessa profissão há algum tempo e uma das coisas mais frustrantes é ver todo meu empenho esvarir-se pelo ralo. Pior ainda é ver que meu ralo vai direto pro esgoto do concorrente que mais detesto. Não consigo mais acreditar naquela máxima “coisas melhores virão, uma porta se fecha mas outra logo se abrirá e blablabla”. Já tentei guardar só pra mim a oportunidade evitando ao máximo a influência de energia negativa, e também já tentei fazer todo mundo abraçar a mesma causa, nao dando a mínima para o famoso olho gordo. O resultado é indiferente.
As melhores oportunidades simplesmente parecem nao acontecer pra mim.
Sempre tenho a esperança de ao fechar um grande negócio voltar com mais gás e vontade de fechar mais negócios. Vendedor é movido a isso e nao tem jeito! Uma gerência que nao dá suporte depois da perda enfraquece e desempolga.
Venho tentando mudar o rumo da minha carreira profissional mas ainda nao tive grandes retornos. Isso me preocupa e faz com que me sinta ainda mais limitada profissionalmente. Ao mesmo tempo, sei da minha competencia e capacidade. Sou boa quando me dedico a fazer alguma coisa, mas tenho que querer fazer isso, caso contrário nao consigo me dedicar. É um ciclo, uma fórmula.
No esporte e nos negócios o mais importante é ganhar, aprender com a derrota é conversa pra boi dormir.

