Ao atravessar uma rua qualquer do Batel, encontrei o príncipe Harry (o ruivo feioso) e fumamos um cigarrinho. Depois disso demos uma volta de carro e num piscar de olhos estávamos em Londres, na casa do irmão dele - príncipe William, já casado com a bela Kate Middleton. Aquela casa que mais parecia uma fazenda eles poderiam esquecer os compromissos oficiais e serem livres. Kate fumava sem parar e era muito discreta e calada. De tão introspectiva me pareceu triste. Seu cabelo brilhava como nas fotos das revistas, e de fato era muito magra e alta. Seu marido não era tão bonito como eu imaginava, mas tinha uma boca cheia de dentes. Pensei em quanto tempo ele devia gastar escovando aquela boca todos os dias.
A rainha também estava lá e conversou comigo como fôssemos velhas amigas. Ela trajava roupas normais de avó, e na cabeça não usava um daqueles chapeus feios e formais. Entre tantas coisas ela me contou que antes de publicadas, qualquer foto da família real deveria passar pelo crivo dela e/ou de seus assessores. Isso era lei e na Inglaterra ninguém ousaria desrespeitar tal norma.
Harry bebeu, dançou, falou português como se tivesse nascido no Brasil e deixou um gostinho de que apesar de feio, seria muito legal te-lo sempre por perto.
Ops, its 7am. Time to wake up, doll.
A rainha também estava lá e conversou comigo como fôssemos velhas amigas. Ela trajava roupas normais de avó, e na cabeça não usava um daqueles chapeus feios e formais. Entre tantas coisas ela me contou que antes de publicadas, qualquer foto da família real deveria passar pelo crivo dela e/ou de seus assessores. Isso era lei e na Inglaterra ninguém ousaria desrespeitar tal norma.
Harry bebeu, dançou, falou português como se tivesse nascido no Brasil e deixou um gostinho de que apesar de feio, seria muito legal te-lo sempre por perto.
Ops, its 7am. Time to wake up, doll.

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